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1 de maio stiau 1996

Foto: Manifestação de 1º de Maio do STIAU - 1996

 

Pela primeira vez desde a redemocratização do Brasil, o STIAU não comemorou o 1º de Maio – Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores – junto com os trabalhadores e trabalhadoras da categoria, nas ruas e praças públicas ou em grandes festas de confraternização, como as que tem acontecido nos últimos anos, em função do isolamento social que hoje afeta mais de 4,5 bilhões de pessoas no mundo, por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Uma tragédia nunca vista por nossa geração e que já matou mais de 230 mil pessoas, em sua esmagadora maioria trabalhadoras, trabalhadores e a população mais carente.
Mas procuramos, neste 1º de Maio, dar voz à nossa indignação e às nossas reivindicações, denunciando os abusos e atropelos a que os trabalhadores estão sujeitos, denunciando o desemprego, os cortes dos salários, a incerteza no dia de amanhã, a destruição da vida de tantos trabalhadores e a falta de medidas efetivas para enfrentar a crise econômica que se abate sobre nós.
São os trabalhadores que estão na linha da frente deste combate, assegurando os serviços de saúde e todos os serviços públicos e sociais, a produção de bens e serviços essenciais entre outras funções. Mas são também os trabalhadores os mais afetados por por medidas que não garantem o emprego, os salários e os direitos.
Esses efeitos da pandemia não se devem ao acaso, mas sim à aplicação, nos últimos anos, por parte de governos a serviço dos interesses das grandes corporações e do mercado financeiro, de políticas de sucateamento do SUS, de desmonte das políticas de proteção social (em especial da Previdência Social) e de ataque às condições de vida das amplas massas, aumentando o desemprego, a informalidade e as desigualdades sociais, concentrando a renda nos bolsos de 1% da população nacional.
Esse quadro de crise econômica já existia quando começou a pandemia. Junte-se a isso o descaso de governantes que não deram a devida importância à crise sanitária, expondo irresponsavelmente grande parte do povo ao vírus, que hoje contabiliza mais de três milhões de infectados no mundo, e teremos o ambiente propício para o desastre humanitário que estamos assistindo.


No caso do Brasil, em que a economia não decola desde 2015, a situação adquire tons dramáticos, com o aumento do desemprego, a diminuição da renda e o empobrecimento generalizado da população. Para complicar, o País vive um período de desgoverno. A irresponsabilidade do governo Bolsonaro chegou ao extremo. Mesmo com pandemia, em duas semanas Bolsonaro demite os ministros da Saúde e da Justiça, além de insistir na postura irresponsável de minimizar os efeitos do coronavírus para a população, desconsiderando todas as evidências do que se passa no mundo.
Não satisfeito, o governo se aproveita da situação para avançar na destruição dos direitos sociais e trabalhistas, com a desculpa de preservar as empresas, ao mesmo tempo que aprofunda o ataque à organização sindical dos trabalhadores e tenta criminalizar os movimentos populares.
Diante desse quadro, os trabalhadores e suas organizações precisam ter um papel protagonista, associando a defesa dos direitos por salário, emprego e renda com a luta mais ampla e fundamental de defesa da democracia, se contrapondo ao desastre nacional do bolsonarismo.

Por tudo isso, o 1º de Maio deste ano teve um caráter especial. Colocamos na ordem do dia a pauta da classe trabalhadora em defesa da vida e da saúde, dos direitos sociais e trabalhistas, dos salários e empregos. Senão pessoalmente, como fazíamos nos anos anteriores, pelo menos no mundo digital, compartilhando informações relevantes, combatendo as fake news, fortalecendo e prestigiando as nossas organizações sindicais.

 

Sindicato forte, é a gente que faz!

 

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